A notícia aponta que o Bitcoin pode cair para US$59.000 no curto prazo devido à diminuição da liquidez nos mercados. O mecanismo econômico por trás disso é que a menor profundidade do livro de ofertas (poucas ordens de compra) torna o preço mais suscetível a grandes movimentos, amplificando o impacto de qualquer venda. Consequentemente, ativos como BTC, ETH e empresas expostas a cripto, como MSTR e COIN, podem sofrer pressão de baixa. Para o investidor brasileiro, isso se traduz em possível desvalorização de HASH11 e maior volatilidade do BRL em relação ao USD. Smart Money provavelmente já está reduzindo a exposição ou posicionando ordens de compra em níveis mais baixos para acumulação. Um paralelo histórico relevante é o colapso da FTX em novembro de 2022, que causou uma queda de 25% no BTC devido à crise de liquidez. O próximo gatilho a monitorar é a quebra do suporte de US$60.000, que pode acelerar a queda. No médio prazo, a recuperação dependerá do retorno da liquidez e da estabilização macroeconômica.
No curto prazo (próximas 1-2 semanas), o Bitcoin ($62.745 hoje) deve testar o suporte de US$60.000, com alta probabilidade de queda para US$59.000. O gatilho para uma aceleração da queda seria o rompimento definitivo de US$60.000, podendo levar a um teste de US$55.000. A recuperação só virá com retorno da liquidez e volume de compra.
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