Vamos ser diretos: a indústria de TI vende obsolescência como se fosse virtude. Todo ano tem um lançamento, uma geração nova de processador, uma "necessidade" de upgrade que, convenientemente, nunca vem sozinha, vem com contrato amarrado, uma licença renovada, verba de orçamento que já estava alocada antes mesmo de alguém perguntar se o equipamento antigo ainda dava conta do recado, e na maioria das vezes, dava. E continua dando. O que muda não é a capacidade da máquina, é a narrativa em cima de
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