A beleza coreana deixou de ser tratada como um interesse de nicho no Brasil e passou a ocupar um espaço estratégico no planejamento de marcas nacionais de skincare. O movimento que ganhou força nos anos 2010 pela estética de rituais longos, com várias etapas de produtos, cedeu lugar a um repertório diferente, baseado em ativos com respaldo dermatológico, como centella asiática, PDRN, mucina de caracol, ácido tranexâmico e alpha arbutin. Esses compostos viralizaram em vídeos de redes sociais, mas
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