O mercado financeiro internacional mantém a atenção voltada para o conflito entre Estados Unidos e Irã, com os ativos de risco rondando a estabilidade nesta manhã. Os preços do petróleo, cruciais para a economia global, ensaiam alguma valorização, refletindo a incerteza sobre a oferta na região. O dólar e os rendimentos dos Treasuries americanos permanecem em leve queda, enquanto os futuros dos principais índices acionários dos EUA não mostram fortes oscilações. Em um contexto de agenda fraca de indicadores nos EUA, as notícias sobre a guerra no Oriente Médio podem influenciar decisivamente a dinâmica dos mercados, como uma 'bússola' para os investidores. No cenário doméstico, o IPCA – o 'termômetro' da inflação brasileira – está no radar, com sua divulgação podendo impactar as expectativas para a Selic e o câmbio.
Nas próximas 2-4 semanas, o mercado permanecerá sensível a qualquer escalada militar no Oriente Médio. Se o conflito se intensificar, o Brent ($76.79) pode testar a faixa de $80-85, impulsionando PETR4 e LMT. No cenário de desescalada, o Brent pode recuar para $70-72, com o IPCA brasileiro (a ser divulgado hoje) atuando como gatilho doméstico para o câmbio e as expectativas de juros, influenciando o USDBRL.
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