A construção de centros de dados e a aquisição de chips avançados para Inteligência Artificial estão impulsionando a demanda por insumos e energia, gerando pressões inflacionárias significativas. Líderes de tecnologia preveem que a IA reduzirá custos no futuro, mas a lenta adoção corporativa e os investimentos maciços atuais impedem essa deflação imediata. Essa persistência inflacionária complica o mandato do Federal Reserve, que pode ser forçado a manter taxas de juros elevadas por um período mais prolongado. Consequentemente, ativos de crescimento e mercados emergentes como o Brasil (MGLU3) podem sofrer com a valorização do dólar e menor apetite por risco. Por outro lado, empresas de semicondutores (NVDA, TSM) e infraestrutura de data centers
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