A fonte InfoMoney relata que, a partir de 2027, o próximo secretário‑geral da ONU terá de lidar com 104 conflitos armados em curso, a maioria não internacionais (NIACs), distribuídos em 45 no Oriente Médio, 35 na África, 21 na Ásia, sete na Europa e seis na América Latina. O organismo também enfrenta um risco de corte de quase 20% em seu orçamento, decorrente da redução de aportes dos Estados‑Unidos sob a gestão do presidente Donald Trump. Os EUA atrasam cerca de US$ 5 bilhões em contribuições, dos quais mais de US$ 2 bilhões referem‑se ao orçamento regular, embora Trump tenha anunciado ao Congresso um plano de aporte de US$ 850 milhões. Sete nomes permanecem na disputa: Ivonne A‑Baki (Equador), María Fernanda Espinosa (Equador), Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica), Lana Nusseibeh (Emirados Árabes Unidos), Olara Otunnu (Uganda) e Carolyn Rodrigues Birkett (Guiana). Não há data fixa para a escolha, mas a decisão deve ser concluída antes de 31 de dezembro de 2026.
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