O investimento global em ouro atingiu um recorde de 2.175 toneladas métricas em 2025, representando um aumento significativo de 84%, conforme dados do World Gold Council. Fundos de ouro na América do Norte também registraram um ano recorde, atraindo US$51 bilhões em capital. Este cenário de demanda robusta impulsiona o preço do ouro ($4450.90), beneficiando diretamente os ETFs lastreados no metal e as ações de mineradoras. Para o investidor brasileiro, o ouro oferece um hedge potencial contra a desvalorização do BRL ($5.2019) e a inflação, diversificando o portfólio. Historicamente, em períodos de alta incerteza econômica, como a crise de 2008-2009, o ouro subiu ~25% em 12 meses, e na pandemia de 2020, com alta de ~20% em 6 meses, refletindo o atual movimento. O próximo gatilho para o mercado será a divulgação de dados de inflação e as decisões de juros de bancos centrais. No médio prazo, o ouro ($4450.90) tende a manter sua atratividade, suportado por fundamentos macroeconômicos e geopolíticos.
Nas próximas 4-8 semanas, o ouro ($4450.90) deve manter sua trajetória de alta, impulsionado por fluxos contínuos para ETFs e pela busca por proteção em meio a incertezas. Um rompimento da resistência imediata de $4500 pode acelerar o movimento, levando o GLD a testar novos patamares de preço, em linha com o regime atual de ouro em alta.
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