Anthony Scaramucci, da SkyBridge, projetou que o Bitcoin alcançará US$100.000, um patamar visto como crucial para a realização de lucros por parte dos 'OG sellers' (detentores de longa data). John Darsie, CEO da SALT, complementa que a mudança na base de holders do Bitcoin indica um processo de amadurecimento do mercado, com maior participação institucional. Essa projeção e o amadurecimento do mercado são impulsionados pela crescente narrativa da convergência entre inteligência artificial e tecnologia blockchain. Consequentemente, ativos como BTC, ETFs de Bitcoin (IBIT, FBTC) e tokens de IA (FET, RNDR) podem ver um aumento significativo de interesse e valorização. Para o investidor brasileiro, isso se reflete no desempenho de ETFs como HASH11 e BITH11, além de um crescente interesse em inovações tecnológicas. Historicamente, ciclos de alta do Bitcoin, como o de 2021, demonstraram a importância de níveis psicológicos como alvos, embora o BTC tenha atingido ~US$69.000, gerando um rally de mais de 150% em seis meses. O próximo gatilho será a capacidade do Bitcoin de romper e sustentar os US$70.000, ou novos avanços concretos na integração AI-blockchain. No médio prazo (2026-2027), a fusão dessas tecnologias pode redefinir o valuation de diversos ativos digitais.
O Bitcoin (US$64,330 hoje) pode testar a resistência de US$70.000-75.000 nas próximas 4-8 semanas. O gatilho para um movimento em direção a US$100.000 seria o rompimento consistente de US$75.000, impulsionado por novos fluxos institucionais e avanços concretos na integração AI-blockchain, com potencial para atingir US$90.000-100.000 até o final de 2026.
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