Quando Cecília nasceu, cinco anos atrás, seu pai, Gustavo Matheus Geraldo, afastou-se do trabalho por 180 dias. Ele não pediu demissão para ficar ao lado da pequena — esse foi o tempo que ele teve de licença-paternidade, oferecido pela empresa onde trabalha, a biofarmacêutica Amgen, onde atua como gerente sênior e é responsável pela área de onco-hematologia e biossimilares. No Brasil, a licença-paternidade obrigatória por lei é de cinco dias, mas algumas organizações vêm trabalhando com o que se
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real