O Bitcoin (BTC) avançou para a casa dos US$65.321, atingindo sua máxima em três semanas após a divulgação de dados do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos EUA que surpreenderam positivamente o mercado. O relatório do PPI, indicando uma inflação mais contida, alimentou as expectativas de uma política monetária menos restritiva por parte do Federal Reserve. Essa perspectiva de juros mais estáveis ou em potencial queda aumenta a liquidez global, tornando ativos de risco, como criptomoedas, mais atraentes para investidores. Consequentemente, ativos como ETH, MSTR e COIN viram suas cotações reagirem positivamente a este cenário. No Brasil, o ETF HASH11, que replica um índice de criptoativos, também tende a se beneficiar desse fluxo de capital. Historicamente, períodos de expectativa de flexibilização monetária, como em 2023, catalisaram ralis significativos no mercado de criptoativos. O próximo gatilho crucial a ser monitorado é a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e as comunicações futuras do FOMC, que podem confirmar ou reverter essa tese. A médio prazo, a continuidade de dados de inflação em desaceleração pode solidificar o cenário de 'risk-on' para o setor de ativos digitais.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin ($65.321 hoje) tem potencial para testar a zona de US$68.000-70.000, sustentado pela expectativa de um Fed menos restritivo. O principal gatilho para essa valorização será a confirmação da desaceleração da inflação nos próximos dados do CPI e a manutenção de um tom dovish nas comunicações do FOMC. Uma quebra abaixo de US$64.000 anularia a tese de alta imediata.
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