A intensidade elevada do rali nos mercados domésticos desde o primeiro turno das eleições deixou para trás os juros de curto prazo, que continuam a precificar uma Selic relativamente elevada à frente. O movimento escancara a sensação de que um processo mais agressivo de flexibilização monetária só ocorrerá a partir dos desenvolvimentos na área fiscal, no momento em que o mercado continua desconfiado sobre os rumos das contas públicas. Ao menos no curto prazo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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