O chefe do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que a dependência de crescimento de Scott Bessent não reduzirá rapidamente o déficit dos EUA nem a dívida de US$40 trilhões, exigindo consolidação fiscal. Esse alerta eleva as expectativas de aumento dos rendimentos dos Treasuries, afetando custos de financiamento e margens de juros. Não há um elo direto ao investidor brasileiro na fonte, portanto o canal macro‑econômico não é detalhado. Historicamente, em 2011, o FMI alertou sobre a dívida americana e os rendimentos dos Treasuries de 10 anos subiram cerca de 30 pontos‑base. O próximo passo será a discussão do orçamento federal dos EUA, prevista para o final de 2026. O desfecho dependerá da aprovação de medidas de consolidação fiscal no Congresso e dos relatórios de déficit do Tesouro.
A aprovação de medidas de consolidação fiscal no Congresso dos EUA, acompanhada pelos próximos relatórios de déficit do Tesouro, previstos para o final de 2026.
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