O mercado de câmbio brasileiro entregou, nas últimas semanas, a confirmação que faltava para a tese da janela eleitoral de 2026. O dólar, que tocou a mínima de R$4,89 em maio, abandonou o piso e opera na casa de R$5,16 no início de julho. O movimento não é ruído: é o primeiro trecho do padrão que se repete a cada ciclo presidencial brasileiro, em que a moeda incorpora prêmio de risco político de forma progressiva até o pico, historicamente registrado entre o terceiro trimestre e o primeiro turno
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