A pesquisa da KPMG/REC apontou sinais de recuperação no mercado de trabalho do Reino Unido em setembro, sem divulgar números específicos. Essa recuperação sugere maior renda disponível, impulsionando o consumo e reforçando a confiança empresarial, o que costuma elevar a demanda por crédito e energia. O efeito chega ao investidor brasileiro via fluxo de capitais para ações de bancos e energia listadas na B3 ou via variação do GBP e ETFs de exposição ao Reino Unido. A notícia não traz reações de gestores ou fundos até o momento. Um paralelo histórico ocorreu quando a recuperação do emprego no Reino Unido em 2022 acompanhou um repique significativo no índice FTSE 100 ao longo de vários meses. O próximo gatilho a observar são os dados mensais de emprego publicados pelo Office for National Statistics na próxima edição. O desfecho dependerá se os indicadores de emprego confirmarem a tendência e se o Banco da Inglaterra ajustar a política monetária; uma continuação da melhora pressiona a libra e favorece setores sensíveis à demanda.
A próxima divulgação dos dados de emprego pelo Office for National Statistics, prevista para o próximo mês, confirmará se a tendência de recuperação se mantém.
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