O Banco Central da Índia (RBI) está retirando dinheiro em excesso do sistema bancário. Essa retirada reduz a base monetária, pressionando a taxa Selic indiana a subir para conter a inflação. Investidores em títulos indianos, bancos locais e ativos de mercados emergentes que competem por fluxo de capital são os mais afetados. O efeito chega ao investidor brasileiro via variação do dólar, realocação de capitais para emergentes e ajustes nos índices de ações e títulos. Analistas do mercado esperam que o RBI eleve a taxa na próxima decisão de política monetária. Em 2022 o RBI aumentou a taxa em 75 pontos‑base após forte pressão inflacionária, provocando saída de capital de emergentes. O gatilho será a decisão do RBI na próxima reunião de política monetária. O desfecho dependerá da magnitude da liquidez retirada e da evolução da inflação; se a inflação permanecer alta, a alta de juros será confirmada, caso contrário pode ser adiada.
A decisão do RBI na próxima reunião de política monetária definirá se a taxa será elevada; acompanhar a inflação CPI da Índia e os volumes de retirada de liquidez anunciados.
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