A cada dez juízas e desembargadoras em atuação nos Estados, ao menos oito delas trabalham em Tribunais de Justiça que remuneram mais os magistrados homens. No TJ de Rondônia, por exemplo, onde apenas quatro das 21 vagas são ocupadas por mulheres, a diferença do rendimento anual médio das desembargadoras em 2025 chegou a R$ 56,8 mil a menos do que o recebido pelos desembargadores, a despeito de ocuparem o mesmo cargo. A falta de paridade entre homens e mulheres nos tribunais estaduais e o desequi
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