A Leto Capital, nova gestora de Alexandre Muller, foi fundada com um capital inicial robusto de R$22 bilhões, herdados diretamente da operação da JGP Crédito. A empresa tem como meta captar R$1 bilhão em novos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), com 22 operações já sob análise. Este movimento estratégico posiciona o segmento de FIDCs como o de maior potencial de crescimento para o ano, segundo a própria Leto Capital. Este influxo de capital e expertise da JGP tende a elevar a competição e a sofisticação no mercado de crédito estruturado brasileiro. Consequentemente, players como BTG Pactual e XP Inc. podem ver um aumento no volume de estruturação e distribuição, enquanto fintechs como Nubank e FIIs de recebíveis como MXRF11 podem sentir a pressão competitiva. Historicamente, períodos de busca por rendimento em taxas de juros elevadas, como visto em 2019, impulsionam o crescimento de FIDCs, com volumes de emissão aumentando significativamente. O próximo gatilho de mercado será a aprovação e lançamento das primeiras operações, validando a capacidade de execução da Leto Capital e o apetite do mercado.
A Leto Capital deve consolidar sua posição no mercado de crédito estruturado nos próximos 6-12 meses, impulsionando o volume geral de FIDCs. O principal gatilho de aceleração será a aprovação e lançamento das 22 operações em análise, que indicará a capacidade de execução da gestora. Se o pipeline for executado com sucesso, o mercado pode ver um aumento de 10-15% no volume de novas emissões de FIDCs no próximo ano fiscal.
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