Formar um sucessor parece, à primeira vista, uma solução completa para o risco de depender de uma única liderança. Márcio Alaor de Araújo tem décadas de experiência formando equipes em posições de gestão. Ele aponta um problema nessa lógica: apostar em uma única pessoa como sucessora cria um novo ponto único de falha, só que disfarçado de solução. "Toda empresa que escolhe um herdeiro único está trocando um risco por outro parecido. Se essa pessoa sai, adoece ou simplesmente decide seguir outro
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