O Bitcoin (BTC) desvalorizou 2.7%, sendo negociado próximo a US$ 81.000 nesta quinta-feira (8), após ter caído abaixo de US$ 83.500 no dia anterior. Esta pressão de baixa é atribuída às saídas de US$ 485 milhões dos ETFs americanos de Bitcoin, marcando o maior fluxo negativo diário para esses veículos desde 25 de data não fornecida. O mecanismo econômico por trás disso é a redução da demanda institucional e de varejo por BTC via produtos regulados, o que diretamente pressiona o preço do ativo subjacente. Embora os ETFs sejam americanos, a queda no preço do BTC tem repercussões globais, influenciando o sentimento de investidores brasileiros expostos a criptoativos. Em março de 2024, um evento similar ocorreu, com saídas de US$ 326 milhões de ETFs precedendo uma correção de cerca de 15% no BTC. O desfecho dependerá da capacidade do mercado de absorver a pressão vendedora e da retomada do interesse dos investidores por esses veículos.
O fluxo semanal dos ETFs americanos de Bitcoin, divulgado no início da próxima semana, e a decisão de juros do FOMC em 4 de novembro de 2026, definirão a próxima direção do mercado cripto, influenciando a liquidez e o apetite por risco.
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