O jornal Valor Econômico relata que, no Brasil e no exterior, a contratação de profissionais tem se voltado cada vez mais para as "power skills", termo que amplia o conceito de soft skills para competências essenciais como comunicação eficaz, inteligência emocional, pensamento crítico, empatia, adaptabilidade e colaboração em ambientes de pressão. Segundo a Pesquisa de Tendências da Catho, essas habilidades estão entre as mais exigidas nas vagas atuais. O Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025, do Fórum Econômico Mundial, indica que 40% das habilidades exigidas no trabalho devem mudar e que 63% dos empregadores já apontam a lacuna de competências como a principal barreira à transformação dos negócios. Fabio Maeda, diretor de Growth & Experience da Redarbor Brasil – detentora da Catho – afirma que as hard skills permanecem condição de entrada, enquanto as power skills diferenciam candidatos. Ele observa que quase 90% das empresas brasileiras planejam requalificar sua força de trabalho nos próximos cinco anos, focando em pensamento criativo, alfabetização tecnológica e aprendizado contínuo, transformando o desenvolvimento dessas competências em agenda estratégica corporativa.
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