As forças da coalizão no Iêmen, apoiadas pela Arábia Saudita, afirmaram ter interceptado e destruído um míssil balístico lançado pelos Houthis em direção a Khamis Mushait, na Arábia Saudita. Este ataque, confirmado pelo porta-voz Coronel Turki Al-Maliki, representa uma escalada nas hostilidades e aumenta a percepção de risco na infraestrutura energética e nas rotas de navegação do Oriente Médio. Historicamente, conflitos na região do Golfo, como a Primeira Guerra do Golfo (1990-1991), levaram a picos nos preços do petróleo, com o Brent subindo mais de 100% em poucos meses. O próximo gatilho a monitorar são novas declarações ou ações militares na região, que podem ocorrer a qualquer momento. No médio prazo, a persistência dessas tensões pode manter a volatilidade nos mercados de energia e sustentar a demanda por equipamentos de defesa.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que os preços do petróleo permaneçam voláteis, com viés de alta, em resposta a qualquer nova notícia sobre o conflito. Se o Brent se mantiver acima de US$ 95, ativos de energia e defesa devem continuar a performar bem. Um gatilho para uma aceleração seria a confirmação de interrupções significativas na oferta de petróleo ou um envolvimento mais direto de potências regionais. O payroll de 2026-10-02 pode adicionar volatilidade macro, mas o foco primário será geopolítico.
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