O Presidente Trump assinou em 18 de setembro de 2026 a Lei Lindsey O. Graham de Sanções à Rússia e ao Irã. A legislação é um "instrumento econômico massivo" projetado para gerar "mudança política", funcionando como uma "diplomacia tarifária turbinada" para pressionar Rússia e Irã. Rússia e Irã são diretamente afetados, enfrentando maior isolamento econômico, enquanto empresas globais com operações ou dependência de comércio com esses países também sentirão o impacto. Para o Brasil, o efeito pode vir via preços de commodities energéticas e agrícolas, além de potenciais reconfigurações nas cadeias de suprimentos globais. A "diplomacia tarifária" já foi empregada por President Trump em seu primeiro mandato, como as tarifas sobre produtos chineses em 2018, que geraram retaliações e impactaram o comércio global. O desenvolvimento da guerra Rússia-Ucrânia e a resposta de Rússia e Irã às sanções serão os próximos pontos a monitorar. O desfecho dependerá da capacidade das sanções de alterar o cálculo político de Rússia e Irã versus a resiliência desses países e a busca por rotas comerciais alternativas.
A efetividade das sanções e a resposta de Rússia e Irã, que podem incluir retaliações ou ajustes nas rotas comerciais, definirão o desfecho. A divulgação de dados sobre o fluxo de petróleo e gás de Rússia e Irã nos próximos relatórios da Agência Internacional de Energia (AIE) e da OPEP (datas a serem confirmadas) será crucial para avaliar o impacto real na oferta global.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real