O mecanismo econômico por trás disso é que mercados eficientes tendem a incorporar informações futuras, mesmo que negativas, no preço atual dos ativos; é como saber que vai chover e já ter o guarda-chuva. Um paralelo histórico pode ser visto no setor de varejo (ex: AMER3) durante a pandemia de 2020, quando muitas ações foram negociadas com grandes descontos, antecipando perdas antes dos relatórios oficiais.
A ação (preço atual não disponível, mas assume-se já refletindo o guidance) pode ver uma volatilidade aumentada no dia do anúncio, mas um 'sell-off' significativo é menos provável se os resultados estiverem em linha com as expectativas já baixas. O gatilho para uma mudança de cenário seria um anúncio de reestruturação ou um guidance futuro surpreendentemente positivo.
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