Kinea enviou carta ao público dizendo que a eleição só termina quando o candidato vencedor detalhar como arcará com ajuste fiscal de 2% do PIB. O ajuste implica aumento de tributos ou corte de gastos, alterando a conta fiscal e a percepção de risco soberano. O mercado de crédito e fundos de pensão tendem a reavaliar o spread de risco, enquanto o FMI e o Congresso serão observados de perto. Em 2016, ajuste fiscal de 0,5% do PIB reduziu o déficit primário em 1,2 ponto percentual, contribuindo para a estabilização do IBOV. O próximo gatilho será a votação da proposta de ajuste fiscal no Congresso e a publicação do relatório de risco soberano do FMI. No médio prazo, se o ajuste for aprovado sem grandes aumentos de carga tributária, a confiança fiscal pode melhorar.
O desfecho dependerá da aprovação da proposta de ajuste fiscal no Congresso e da avaliação do FMI sobre a credibilidade fiscal brasileira.
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