O Bitcoin registrou uma queda de até 2.3%, atingindo a parte inferior de sua faixa de negociação recente. Este movimento ocorreu em um contexto de retração mais ampla de ativos de risco na Wall Street, indicando uma sensibilidade do Bitcoin ao sentimento macroeconômico global e aos fluxos de capital. Analistas de cripto têm demonstrado um otimismo crescente em relação ao token, o que contrasta com a recente ação de preço observada. Em 2022, o Bitcoin também demonstrou alta correlação com o Nasdaq, caindo cerca de 65% no ano em um cenário de aperto monetário e aversão ao risco. Os próximos dados de inflação ao consumidor dos EUA (CPI) em 14 de outubro e a decisão de juros do FOMC em 28 de outubro são gatilhos a monitorar. O desfecho dependerá da continuidade da aversão a risco nos mercados tradicionais e da capacidade do Bitcoin de descorrelacionar-se ou absorver os fluxos de saída.
A próxima decisão de juros do FOMC em 28 de outubro e os dados de inflação dos EUA (CPI) em 14 de outubro são cruciais para definir a continuidade da aversão a risco nos mercados tradicionais e a capacidade do Bitcoin de se descolar.
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