EUA dependem de menos de 1% de ímãs de terras raras

A fonte Oil Price informou que a China intensificou sua política de "weaponization" das terras raras, inclusive restringindo a saída de profissionais com conhecimento tecnológico sensível, o que lhe confere influência sobre a economia civil dos EUA, estimada em US$ 1,5 trilhão e que depende de ímãs permanentes. O Departamento de Defesa dos EUA tem regras, vigentes a partir de 1º de janeiro de 2027, para excluir ímãs de origem chinesa de suas compras, mas a demanda do Pentágono representa menos de 0,1% do consumo global, segundo o GAO. Em 2025, o consumo americano foi de aproximadamente 48 000 toneladas, enquanto a produção interna foi de apenas 300 toneladas, segundo a Reuters. A REalloys (ALOY) está construindo a maior instalação de metalização de terras raras pesadas fora da China, com acordos de fornecimento de SRC, um contrato de US$ 1,7 milhão da Defense Logistics Agency, um offtake de 15% da fase 1 do projeto Tanbreez da Critical Metals (CRML) e um financiamento privado de US$ 100 milhões. A IEA projeta que a demanda por ímãs de terras raras fora da China aumentará cerca de 50% até 2035.

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