O Congressional Budget Office (CBO) divulgou que os custos da guerra do Irã já somam US$ 38 bilhões, com uma projeção de gastos adicionais de US$ 3 bilhões a cada mês de continuidade do conflito. Este volume de despesas militares exerce pressão significativa sobre as finanças públicas, elevando a necessidade de financiamento e potencialmente impactando os déficits orçamentários. O cenário de conflito prolongado no Oriente Médio intensifica a percepção de risco geopolítico, o que tende a impulsionar os preços do petróleo e a demanda por ativos de defesa. Historicamente, a Guerra do Iraque (2003-2011) custou mais de US$ 2 trilhões aos EUA, resultando em aumento da dívida pública e alta dos preços do petróleo. Os próximos relatórios do CBO sobre gastos militares e a evolução do conflito no Oriente Médio serão cruciais para o mercado. A médio prazo, a persistência desses custos pode sustentar a demanda por ativos de defesa e continuar a pressionar os orçamentos governamentais.
Nas próximas 4-6 semanas, a continuidade dos custos da guerra em US$ 3 bilhões mensais deve manter os mercados em estado de alerta. O principal gatilho de aceleração será qualquer anúncio sobre o Estreito de Ormuz ou novas sanções.
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