A Tangem, fabricante de carteiras de hardware, divulgou uma pesquisa com 3.100 investidores de criptomoedas, destacando a volatilidade como o maior medo, seguida por hacks em grandes corretoras. Esta percepção de risco latente pode inibir novos fluxos de capital institucional e de varejo para o ecossistema cripto. O receio de hacks exerce pressão sobre as grandes exchanges, exigindo investimentos contínuos em segurança e maior transparência. Consequentemente, a demanda por soluções de autocustódia e hardware wallets tende a aumentar. O mercado pode observar uma rotação de capital para ativos menos voláteis ou para projetos com maior foco em segurança e resiliência de protocolo. A expectativa é que reguladores intensifiquem o escrutínio sobre a segurança das plataformas centralizadas, buscando mitigar esses riscos sistêmicos. Historicamente, após grandes hacks, a confiança do investidor é abalada, resultando em quedas de preços e maior demanda por compliance.
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