O governo federal implementou a isenção temporária das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre o etanol hidratado e a redução das mesmas contribuições para a gasolina, com vigência de 10 de setembro a 9 de outubro de 2026. Essa medida atua diretamente sobre a estrutura de custos dos combustíveis, diminuindo a carga tributária e, consequentemente, o preço final ao consumidor nas bombas. A decisão reflete uma ação governamental para gerenciar a inflação e o custo de vida, podendo ser vista como intervencionismo pontual para estabilizar o cenário econômico. O principal gatilho a monitorar é a reavaliação da política tributária sobre combustíveis após 9 de outubro de 2026, e dados de inflação de setembro e outubro. No médio prazo, a sustentabilidade da política de preços de combustíveis e a trajetória da inflação dependerão da manutenção ou reoneração dessas alíquotas, influenciando o comportamento do consumo e a política monetária.
O principal ponto de atenção será a decisão do governo sobre a política tributária após 9 de outubro, que definirá o cenário de médio prazo.
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