Em 2022, operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para fiscalizar ônibus no segundo turno atrasaram a chegada de eleitores às urnas e levantaram suspeitas de interferência eleitoral. O então diretor-geral da corporação, Silvinei Vasques, foi preso preventivamente em 2023 e, em 2025, sua defesa ainda contestava as acusações no STF. Neste domingo, 25, denúncias de redução da frota de ônibus em São Paulo e Salvador levaram a novos pedidos e determinações de prisão de gestores públicos, além de decisões judiciais para restabelecer a circulação dos veículos. em: https://exame.com/brasil/falta-de-onibus-no-2-turno-das-eleicoes-o-que-aconteceu-em-2022-e-quem-foi-preso/
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