Um trabalhador brasileiro produz, por hora, aproximadamente o que produzia no fim dos anos 1950. Sete décadas de industrialização, abertura, algumas moedas, estabilização, internet, nuvem e IA depois, a curva voltou para onde estava. No primeiro trimestre deste ano caiu mais 0,5%, e o país desceu sete posições no ranking de produtividade, para o 65º lugar entre 70 economias avaliadas (dados do Conference Board). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéri
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