Um analista veterano apontou a presença de um padrão 'incomum' nos gráficos do Bitcoin, sugerindo uma possível divergência ou exaustão no momentum de alta. Tal sinalização técnica pode atuar como um gatilho para a realização de lucros, especialmente em um mercado com forte apreciação recente, ou levar a uma reavaliação dos fundamentos por parte dos investidores. Consequentemente, ativos como BTC, MSTR (MicroStrategy) e ETFs de Bitcoin (IBIT, HASH11) podem enfrentar pressão vendedora. Para o investidor brasileiro, os ETFs locais HASH11 e BITH11 seriam diretamente impactados pela desvalorização do ativo subjacente, influenciando o apetite por risco. Historicamente, em meados de 2021, padrões de divergência no RSI e formações de 'double top' antecederam uma correção de aproximadamente 50% no preço do Bitcoin. Os próximos dados macroeconômicos, especialmente sobre inflação e decisões de política monetária do Fed, servirão como gatilhos para validar ou refutar a relevância do padrão. No médio prazo, o cenário pede cautela, com o Bitcoin podendo entrar em uma fase de consolidação ou correção antes de uma nova perna de alta.
Nas próximas 2-4 semanas, o Bitcoin pode experimentar maior volatilidade e pressão vendedora, especialmente se o 'padrão incomum' ganhar tração na narrativa de mercado, levando a um reteste de níveis de suporte. MSTR reagiria de forma mais acentuada, e o fluxo de ETFs, atualmente robusto, pode desacelerar significativamente.
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