A Workday, que é como uma empresa que aluga 'assistentes digitais' (softwares) para outras empresas gerenciarem seus funcionários (Recursos Humanos) e suas finanças, anunciou que espera que o dinheiro que ganha com esses 'aluguéis' cresça cerca de 11% ao ano até 2028. Além disso, ela quer que, de cada R$100 que ganha, uma fatia maior seja lucro, expandindo sua margem em pelo menos 2 pontos percentuais. Isso é como um dono de uma padaria dizendo que vai vender mais pães e também vai gastar menos para produzi-los, aumentando seu lucro. Esta notícia é um sinal forte da confiança da gestão no futuro do seu negócio de software. O mecanismo econômico por trás disso é que, se a empresa vai crescer e ser mais lucrativa, suas ações se tornam mais atraentes para investidores. Isso tende a impulsionar as ações da própria Workday (WDAY) e também de outras empresas que vendem softwares parecidos, como a Microsoft (MSFT) e a Salesforce (CRM). Para o investidor brasileiro, o bom humor no setor de tecnologia lá fora pode respingar em empresas como a TOTVS (TOTS3). Um exemplo parecido aconteceu com a Salesforce (CRM) em 2019, quando ela fez uma projeção de crescimento de receita que animou o mercado e fez suas ações subirem. O próximo passo é ficar de olho nos resultados trimestrais da Workday para ver se ela está no caminho certo para cumprir essas metas. No médio prazo, se tudo correr como planejado, a Workday pode se firmar ainda mais como uma empresa de sucesso no seu setor.
Nas próximas 4-6 semanas, WDAY deve manter um momentum positivo, com o mercado digerindo a guidance de longo prazo. Gatilhos de aceleração incluem novos contratos significativos ou revisões para cima nas estimativas de analistas. No médio prazo (6-12.
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