O secretário do Tesouro americano informou que as autoridades sabem onde estão os ativos digitais do Irã e que podem ser confiscados até o final da semana, totalizando US$ 1 bilhão. Essa ação segue outra apreensão de US$ 1 bilhão anunciada em maio e um confisco adicional de US$ 130 milhões em julho. O mecanismo econômico envolve o aumento da pressão regulatória sobre criptomoedas usadas para contornar sanções, reduzindo a demanda desses usuários. Investidores institucionais e exchanges são os principais afetados, pois podem enfrentar maior escrutínio e requisitos de compliance. O efeito chega ao investidor brasileiro via variações de preço de Bitcoin, Ethereum e produtos relacionados cotados em reais. A reação dos mercados ainda não foi divulgada, mas o foco agora está na confirmação do montante confiscado. O desfecho dependerá da comunicação oficial do Tesouro sobre os ativos efetivamente apreendidos e de eventuais novas sanções.
A divulgação oficial dos ativos confiscados pelo Tesouro dos EUA, prevista para o final da semana, confirmará o montante e desencadeará reações no mercado de cripto.
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