Fundo VGIR11 divulgou resultados de setembro; confira valores

Fundo VGIR11 divulgou resultados de setembro; confira valores O fundo imobiliário VGIR11 apurou resultado líquido de R$ 18,65 milhões em setembro de 2026, abaixo dos R$ 19,02 milhões do mês anterior. Apesar do recuo, a distribuição superou o resultado do período: foram R$ 18,99 milhões destinados aos cotistas em dividendos. O pagamento referente a setembro ocorreu em 20 de outubro de 2026, no valor de R$ 0,13 por cota. Considerando a cotação de R$ 9,65 no fechamento de setembro, a remuneração representou um dividend yield mensal de aproximadamente 1,35%. Com tanta incerteza no Brasil, muita gente desistiu da bolsa. A Suno não. Na maior Black Friday da nossa história, vamos provar com dados por que investir no longo prazo em boas empresas ainda é a melhor estratégia. Live gratuita, 04/11, às 20h. Clique e inscreva-se. Segundo a metodologia da gestão, que utiliza o valor patrimonial das cotas como referência, a rentabilidade líquida anualizada no mês ficou equivalente a CDI + 3,14%. O relatório indica, assim, a relação entre a distribuição e o desempenho do patrimônio no período. Indicadores e distribuição do VGIR11 em setembro Entre janeiro e setembro de 2026, o resultado acumulado somou R$ 165,88 milhões, enquanto os pagamentos aos investidores alcançaram R$ 163,63 milhões, o que corresponde a R$ 1,12 por cota. Os dados evidenciam a trajetória de distribuição ao longo do ano. No intervalo de 12 meses encerrado em setembro, o fundo registrou R$ 223,28 milhões em resultado e destinou R$ 220,61 milhões aos cotistas, equivalentes a R$ 1,51 por cota. Nesse mesmo período, a rentabilidade líquida calculada sobre o valor patrimonial foi equivalente a CDI + 2,01% ao ano. Ao fim de setembro, o FII mantinha uma reserva de caixa próxima de R$ 0,01 por cota, direcionada à cobertura de eventuais despesas. O nível de caixa é reportado pela gestão como parte do controle de obrigações do fundo. Receitas de CRIs e alocação da carteira A remuneração dos Certificados de Recebíveis Imobiliários foi a principal origem de receitas no mês. Os juros desses títulos totalizaram R$ 15,34 milhões, enquanto as negociações de CRIs adicionaram R$ 4,15 milhões. Outros ativos contribuíram com R$ 447,6 mil, levando as receitas totais de setembro a R$ 19,94 milhões. As despesas recorrentes somaram R$ 1,29 milhão. Após a dedução desses custos, o fundo encerrou o mês com resultado líquido de R$ 18,65 milhões, em linha com os números apresentados no relatório gerencial. No encerramento de setembro de 2026, a carteira somava aproximadamente R$ 1,37 bilhão alocado em Certificados de Recebíveis Imobiliários, distribuídos em 57 operações. Esses ativos representavam 98,1% do patrimônio líquido, refletindo a estratégia concentrada em crédito imobiliário. A carteira permanecia integralmente vinculada ao CDI, com remuneração média ponderada de CDI + 4,07% ao ano. A exposição ao indexador, informada pela gestão, indica a sensibilidade dos recebíveis ao comportamento das taxas de juros. Durante setembro, a gestão realizou novas aplicações e recebeu amortizações de operações já existentes. O acompanhamento das condições de crédito e das garantias atreladas aos recebíveis foi mantido, conforme descrito no relatório do período.

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