F1: Apenas nove petroleiros, entre um VLCC, Panamaxes e Supramaxes, cruzaram o Estreito de Hormuz na quinta‑feira, número muito abaixo da média de 18 nos últimos dez dias. F2: A diminuição do trânsito sinaliza restrição de oferta de petróleo, o que tende a elevar o preço do Brent e do WTI. F4: No Brasil, o fortalecimento do preço do petróleo pode impulsionar a cotação do real contra o dólar, mas o aumento do custo de aviação pressiona margens das companhias aéreas. F6: Em 2019, a queda do trânsito de petroleiros no Hormuz para 12 unidades elevou o Brent cerca de 5% em uma semana. F7: O gatilho a monitorar é a evolução diária do número de navios; acima de 20 unidades indicaria alívio da tensão. F8: No médio prazo, se a restrição persistir, o petróleo pode subir 4‑6% nos próximos 2‑3 semanas, enquanto as ações de aviação podem recuar 3‑5%.
Nas próximas 2‑3 semanas, se o trânsito permanecer abaixo de 10 navios/dia, Brent (US$99 hoje) pode subir 4‑6% e PETR4 pode ganhar 5‑7%; queda do trânsito acima de 20 navios/dia seria gatilho de reversão para queda de preços.
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