O Congresso dos EUA deu um passo ao aprovar o texto que leva à criação da Reserva Estratégica de Bitcoin, aproximando a lei de ser assinada. A iniciativa reduz a incerteza regulatória ao estabelecer um fundo soberano que poderia comprar e segurar BTC, o que costuma estimular a demanda institucional. No Brasil, o real pode se desvalorizar frente ao dólar se a atratividade do BTC atrair capitais, e o IBOV pode registrar leve pressão de saída de recursos para cripto. Paralelo histórico: em 2021, a aprovação de ETFs de futuros impulsionou BTC cerca de 30% nos três meses seguintes. O próximo gatilho a monitorar é a votação final no plenário da Câmara, prevista para os próximos 30 dias. No médio prazo, se a lei for sancionada, espera‑se um movimento de alta de 10‑15% no BTC, com ETFs acompanhando e mineradoras beneficiando‑se de margens maiores.
Se a Câmara aprovar a lei nas próximas 30 dias, espera‑se que BTC suba 10‑15% nos 4‑6 semanas; caso haja rejeição, recuo de 5‑8% no mesmo período.
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