Matt Dines, da Build Asset Management, afirma que a simultânea alta do dólar e do Bitcoin é um sinal otimista para a criptomoeda, apontando para uma mudança em direção a uma nova ordem monetária global sob liderança dos EUA. Tradicionalmente, o Bitcoin é visto como um ativo de risco inverso ao dólar, mas Dines sugere que, neste novo regime, ambos podem se beneficiar de um fluxo de capital buscando segurança e liquidez. O dólar atua como moeda de reserva e o Bitcoin como reserva de valor digital, impulsionados pela mesma busca por segurança e escassez. Este cenário impacta diretamente o BTC e, por correlação, outras criptomoedas com alta capitalização, como ETH. O comportamento futuro do dólar e do Bitcoin será influenciado por dados macroeconômicos globais, como o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA em 14 de outubro, e decisões de política monetária do Federal Reserve. O desfecho da tese de Dines depende da persistência de um fluxo de capital global que valorize simultaneamente a segurança do dólar e a escassez digital do Bitcoin.
Para a tese de Dines, a divulgação de dados macroeconômicos como o CPI dos EUA em 14 de outubro e as decisões futuras do Federal Reserve, que influenciarão a força do dólar e, consequentemente, a dinâmica com o Bitcoin.
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