No end in sight to war in Strait of Hormuz — Russian presidential adviser

Anton Kobyakov, um conselheiro presidencial russo, afirmou que o conflito no Estreito de Ormuz não tem fim à vista, com o volume de commodities que passa pelo canal 1.5 a 2 vezes abaixo do nível pré-guerra de 20 milhões de barris por dia. Essa redução prolongada na oferta de uma via marítima crucial restringe o abastecimento global de petróleo e gás, resultando em preços mais altos e custos de frete marítimo elevados. No Brasil, o encarecimento do petróleo global pode pressionar a inflação, influenciando o câmbio e a política monetária. A crise do petróleo de 1973, que elevou os preços do petróleo em cerca de 300%, serve como paralelo histórico para o impacto de disrupções na oferta. O desfecho dependerá da capacidade de encontrar rotas alternativas viáveis ou de uma resolução diplomática que normalize o fluxo de 20 mbpd.

Análise

Acompanhar os relatórios semanais de fluxo de navios no Estreito de Ormuz e as declarações de líderes regionais e internacionais sobre negociações de paz ou desescalada. A decisão do FOMC (Fed) em 28/10 e do Copom em 04/11, que podem reagir à inflação impulsionada pela energia, também serão cruciais para o custo do dinheiro globalmente.

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