Reação negativa da bolsa e do câmbio ao 2º turno da eleição supera rali do 1º; veja números

Nas semanas que se seguiram aos dois turnos da eleição presidencial, os ativos brasileiros apresentaram comportamentos divergentes. O índice recuou de 209.067 para 167.922 pontos. Simultaneamente, o dólar, que havia caído 3,8% (de R$ 5,1743 para R$ 4,98) após o primeiro turno, registrou alta de 9,1%, fechando em R$ 5,4442. A mudança refletiu a reavaliação das chances de reeleição de Lula ao longo da campanha, com a ampliação de medidas sociais e a mobilização de apoio digital, que aumentaram sua popularidade. No segundo turno, Lula recebeu 64,2 milhões de votos, superando Flávio Bolsonaro, que obteve 59,8 milhões, diferença de 4,4 milhões de votos (3,58% dos válidos). A liquidação dos ativos culminou em queda de 0,75% do Ibovespa na sexta‑feira (30) ao fechar em 167.922 pontos.

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