A IA tem sede de gigawatts: o Brasil está pronto para a conta?

A inteligência artificial generativa opera na nuvem, mas respira gigawatts no chão de fábrica da economia digital. Segundo análises da Agência Internacional de Energia (IEA), o consumo global de eletricidade de data centers deve mais que dobrar até 2030, aproximando-se da marca de 1.000 TWh anuais, impulsionado pela computação intensiva de servidores acelerados (GPUs) para treinamento e inferência de modelos de IA. Esse avanço acelerado inaugurou um choque de realidade na transição energética: n

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