A promessa central da reforma tributária sempre foi a simplificação. Ao substituir uma teia caótica de impostos e contribuições sobre o consumo por dois tributos gêmeos, IBS e CBS (o primeiro federal e o segundo compartilhado entre Estados e municípios), prometeu-se maior previsibilidade, menos litígio e mais segurança para quem produz, investe e contrata. Mas a engenharia institucional do novo sistema criou um elemento capaz de comprometer parcela dessas promessas. A Câmara Nacional de Integraç
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