Comandantes seniores dos Estados Unidos enfatizaram a relevância de um contingente terrestre robusto e equipamentos estacionados na região da Ásia-Pacífico, visando qualquer eventual conflito com a China. Essa perspectiva desafia a visão predominante de que tal enfrentamento se daria majoritariamente por meios aéreos e navais. Durante a reunião anual da Association of the United States Army, o General Ron Clark, comandante do US Army Pacific, argumentou que a "tirania da distância" dificulta a dependência exclusiva de forças aéreas e navais. Os comentários refletem preocupações crescentes com a estratégia de defesa na região.
O desfecho dependerá das futuras alocações orçamentárias de defesa dos EUA, que geralmente são anunciadas em fevereiro-março, e da evolução das relações diplomáticas e militares entre EUA e China, monitoradas em comunicados oficiais e exercícios militares.
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