A Pemex teve prejuízo de 10,7 bilhões de pesos mexicanos (US$ 574 milhões) no terceiro trimestre, redução de 82,4% em relação às perdas anotadas no mesmo período de 2025, apoiado em efeitos operacionais e contábeis durante o período. A estatal mexicana registrou receitas de 486,7 bilhões de pesos (US$ 25,9 bilhões) entre julho e setembro, alta de 28,5% na comparação anual, sustentado por um ambiente de preços internacionais elevados e pelo aumento nos volumes de gasolina e diesel. A produção total da Pemex foi de 2,44 milhões de barris equivalentes de petróleo por dia no terceiro trimestre, alta de 2,6% em um ano. Já nas refinarias, houve alta expressiva de 13,8% no processamento, a 1,14 milhão de barris por dia. Como reflexo, a produção de derivados petrolíferos subiu 15,5%, para 1,15 milhão de barris por dia, com gasolina e diesel avançando 15,9% e 23,3%, respectivamente, e a produção petroquímica crescendo 47%. O preço médio do barril exportado pela Pemex ficou em US$ 85,38 no terceiro trimestre, alta de 38,7% no ano, impulsionado pela alta nos preços globais do petróleo em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio. A dívida da Pemex, que já chegou a ser uma das maiores do mundo, recuou para US$ 77,6 bilhões ao término de setembro, representando uma contração de 8,9% frente à dívida no fim de dezembro de 2025.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real