Liderança na era da IA exige novas competências estratégicas e de risco

A crescente integração da inteligência artificial nas operações empresariais, abrangendo áreas como atendimento, produtividade e investimentos, impõe um novo conjunto de responsabilidades para os líderes. A avaliação da efetividade da tecnologia e dos riscos inerentes à sua implementação tornou-se crucial, especialmente com a ascensão de ferramentas como ChatGPT, Microsoft Copilot e Gemini no ambiente corporativo. A matéria destaca cinco competências essenciais para os gestores, que vão além do conhecimento técnico das plataformas: a capacidade de questionar informações geradas pela IA, a compreensão dos processos de automação, a governança de informações sensíveis — respeitando, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) —, a gestão das mudanças na força de trabalho e a análise crítica do desempenho das iniciativas de IA. O sucesso reside em transformar as possibilidades tecnológicas em decisões bem fundamentadas, com objetivos claros e resultados mensuráveis.

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