Uma classe de ativos avaliada em US$2 trilhões está sendo integrada a uma nova infraestrutura blockchain, conforme reportado pela CoinDesk, marcando um ponto de inflexão na digitalização financeira. Essa 'blockchain rail' visa tokenizar Real World Assets (RWAs), reduzindo custos operacionais, aumentando a velocidade de liquidação e expandindo o acesso a mercados tradicionalmente ilíquidos. Ativos como ONDO, POLYX e MKR, focados em RWA, podem ver valorização. No Brasil, o interesse em ativos tokenizados e produtos financeiros ligados a blockchain deve crescer, potencialmente impulsionando o mercado de ETFs de cripto como HASH11. A introdução de ETFs de Bitcoin em 2024, que atraiu bilhões em capital institucional, serve de paralelo para o potencial de captação de RWAs, embora em um horizonte mais longo. Acompanhar anúncios de parcerias entre grandes gestores de ativos e projetos blockchain específicos, bem como a evolução regulatória em jurisdições chave, será crucial. No médio prazo (12-24 meses), a tokenização de RWAs tem potencial para transformar a estrutura de capital de diversos mercados, desde imobiliário até crédito privado, com um crescimento substancial do volume on-chain.
Nas próximas 4-8 semanas, espera-se um aumento do interesse e volume em tokens RWA, com ONDO ($X hoje) e POLYX ($Y hoje) potencialmente testando novas resistências. O gatilho para aceleração será o anúncio de frameworks regulatórios favoráveis ou a entrada formal de grandes gestores de ativos no espaço. No médio prazo (6-12 meses), a tokenização de RWAs pode se tornar um pilar fundamental da estratégia de digitalização de instituições financeiras, com volumes crescentes e maior liquidez on-chain, podendo levar a uma valorização de 20-40% para os líderes do setor.
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