Diane Swonk, economista-chefe da KPMG, declarou que o Federal Reserve iniciou um ciclo de aumento das taxas de juros, sinalizando um período de política monetária mais apertada. Ela acrescentou que, caso a inflação permaneça persistente em 2027, serão necessários 'mais cortes' (ajustes) para estabilizar os preços. O mecanismo econômico principal é o aumento do custo de capital, que eleva o custo de empréstimos para empresas e consumidores, ao mesmo tempo em que aumenta a margem de juros líquida dos bancos. O próximo gatilho será a reunião do FOMC em 16 de setembro de 2026 e os dados de inflação subsequentes. O horizonte de médio prazo aponta para um ambiente de taxas elevadas, impactando o crescimento econômico e a alocação de capital até 2027.
O principal gatilho de aceleração será a declaração pós-reunião do FOMC em 16 de setembro de 2026 e os próximos dados de inflação (CPI). No médio prazo, se a inflação persistir, o regime de juros altos pode se estender até 2027, mantendo a pressão sobre os ativos de risco.
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