Na terça-feira (3 de novembro de 2026), o bitcoin fechou em leve queda, operando em torno de US$ 77.6 mil, sem recuperar os níveis anteriores ao ataque à Binance na semana passada. Por volta das 10h30, o preço estava em US$ 77.666,37, com retração de 0,6% em 24 horas, segundo CoinGecko. No Brasil, o cripto era negociado a R$ 425.543,22, quase estável, com alta de 0,04%, segundo CoinTrader Monitor. Marco Aurélio de Camargos, CIO da Vault Capital, observou que o bitcoin manteve a fraqueza das ações de tecnologia na segunda-feira, apesar de algum alívio nas expectativas de inflação trazido pela queda do petróleo. Os ETFs à vista da criptomoeda nos Estados Unidos pressionaram o mercado: na segunda-feira, os fundos registraram saídas de US$ 399 milhões, depois de US$ 643 milhões na sexta-feira, acumulando mais de US$ 1 bilhão em retiradas durante os dois pregões. Entre as principais altcoins, o XRP subiu 2,5% para US$ 1,29, enquanto o ether recuou 0,2% a US$ 2.301,63, a solana caiu 1% a US$ 93,46 e a BNB perdeu 0,5% a US$ 701,22.
A decisão dos reguladores de criptomoedas nos EUA sobre a aprovação de novos ETFs à vista, prevista para 2027-01-15, definirá se o fluxo de saídas continuará ou se estabilizará.
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