O Bitcoin (BTC) atingiu a marca de US$78.607, aproximando-se de US$80.000, impulsionado por um rali sustentado por capital abundante, que pode ser comparado a uma 'turbina' de dinheiro no mercado. Este movimento reflete a forte demanda institucional e de varejo, com os ETFs de Bitcoin spot, como IBIT e FBTC, formando sólidas 'bases' de preços, indicando pontos de compra estratégicos. A continuidade deste rali sugere um potencial de valorização para ativos digitais e empresas com exposição direta ao BTC, como a MicroStrategy (MSTR) e mineradoras como Marathon Digital (MARA). Para o investidor brasileiro, o cenário global de alta do Bitcoin tende a fortalecer o apetite por risco em ativos digitais, embora o real (BRL) possa sofrer pressão em caso de dólar mais forte. Historicamente, após a aprovação de ETFs de ouro em 2004, o metal teve um ciclo de alta prolongado, similar ao que pode ocorrer com o Bitcoin. O próximo gatilho a ser monitorado é a capacidade do BTC de sustentar o nível de US$80.000 e a manutenção dos fluxos positivos nos ETFs, o que pode abrir caminho para novas máximas. No médio prazo, o cenário é de valorização, com a consolidação do Bitcoin como uma classe de ativos aceita e a entrada de novos investidores.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que o Bitcoin teste novamente a resistência de US$80.000. Se houver um rompimento sustentado, com os ETFs spot mantendo fluxos positivos diários acima de US$200 milhões, o BTC pode buscar US$85.000. Um gatilho para aceleração seria a aprovação de ETFs de Ethereum spot, enquanto uma desaceleração nos fluxos de ETF ou dados de inflação mais altos poderiam frear o momentum.
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