O Tesouro Nacional registrou alta generalizada nas taxas de juros, com a taxa dos títulos indexados ao IPCA+ de longo prazo alcançando o maior nível desde o primeiro turno das eleições. O aumento reflete maior aversão ao risco global e a incerteza política após pesquisas apontarem disputa acirrada no segundo turno, além da aprovação da PEC que encerra a escala 6x1. Em 2023, elevações de taxa após a eleição presidencial elevaram a Selic e o Ibovespa recuou nos meses seguintes. O próximo gatilho será a decisão do Copom sobre a Selic em 04/11, seguida da divulgação do IPCA em 12/11, que confirmarão a trajetória da inflação. O desfecho dependerá da evolução da inflação e da estabilidade política; se a inflação desacelerar e o risco político diminuir, as taxas podem recuar, caso contrário podem subir ainda mais.
A decisão do Copom sobre a Selic em 04/11 definirá se as taxas do Tesouro continuam subindo. A divulgação do IPCA em 12/11 confirmará a trajetória da inflação. Se a inflação mostrar desaceleração, há chance de recuo nas taxas; caso contrário, a tendência de alta pode se manter.
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